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Sentar no chão, esticar as pernas e tocar os dedos do pé parece uma tarefa fácil. No entanto, para a maioria das pessoas, encostar no dedão com as ponta do indicador é mais difícil do que o imaginado. Mas, por que será que alguns indivíduos conseguem e outros não?
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Uma das principais razões para alguém ter essa habilidade é a flexibilidade. Os grupos que devem ser mais elásticos para a execução da atividade são os isquiotibiais, os três músculos que percorrem a parte posterior da coxa, e os da parte inferior das costas.
“Quanto menor a distância que você alcançar, maior será a rigidez na região lombar e nos isquiotibiais”, disse a treinadora atlética certificada Patricia Cordeiro à Harvard Health Publishing.
Uma boa notícia é que, se a flexibilidade for o motivo pelo qual alguém não consegue tocar os dedos dos pés, há soluções para aprimorá-la. Atividades como ioga e rotinas de alongamento podem ajudar a relaxar os músculos, embora seja importante não se esforçar a ponto de sentir dor.

A flexibilidade pode não ser a culpada
A falta dessa habilidade pode também não estar relacionada ao quão flexível e saudável uma pessoa é. Um corredor de maratona, mesmo com sua rotina, pode não conseguir tocar os dedos dos pés. A causa pode ser a forma como o corpo de cada sujeito é constituído.
“Outro grande fator é o comprimento relativo dos braços e do tronco em relação às pernas”, explicou Jeffrey Jenkins, fisiologista da Escola de Medicina da Universidade da Virgínia, à Popular Science.
Alguém pode ser muito flexível, mas se os braços e as mãos forem curtos em relação às pernas, mesmo com a flexibilidade máxima, talvez ainda não consiga tocar os dedos dos pés. Nesse caso, os braços e os dedos não são longos o suficiente para alcançar.

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Além disso, a habilidade de tocar os dedos dos pés não é o maior indicador da flexibilidade. Manter as articulações e os músculos funcionando bem e reduzir o risco de lesões é mais importante do que apenas encostar o indicador no dedão.
“Simplesmente inclinar para a frente e tocar os dedos dos pés, não fazemos esse movimento com tanta frequência durante o dia, por isso não precisamos necessariamente da capacidade de fazê-lo de forma exata”, conclui a fisioterapeuta Amanda Sachdeva do Hospital de Cirurgia Especial em entrevista ao HuffPost.