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O Metrô de Nova York, nos Estados Unidos, iniciou um programa piloto que usa celulares Pixel do Google para detectar possíveis defeitos nos trilhos. O projeto é baseado na tecnologia TrackInspect, um protótipo criado por desenvolvedores da própria empresa.
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No primeiro teste, os aparelhos foram instalados em caixas plásticas para capturar vibrações e padrões sonoros com o objetivo de identificar locais que precisam de manutenção preventiva.
Os dados são enviados para sistemas baseados em nuvem usando inteligência artificial e aprendizado de máquina criados para fornecer previsões. A partir daí, os inspetores vistoriam os pontos delicados e fornecem informações para aprimorar o modelo de IA.

“Ao ser capaz de detectar defeitos precoces nos trilhos, ele economiza não apenas dinheiro, mas também tempo – tanto para os membros da equipe quanto para os passageiros”, disse o presidente da New York City Transit, Demetrius Crichlow, em um comunicado à imprensa.
Resultados promissores
Até agora, o programa envolveu 335 milhões de leituras de sensores, um milhão de localizações de GPS e 1.200 horas de áudio. O piloto identificou 92% dos locais de defeitos encontrados pelos inspetores de trilhos.

Para o vice-presidente de mercado do Google Public Sector, Brent Michell, o resultado ilustra que “a análise de dados aprimorada pode ajudar a agilizar a identificação e a resolução de problemas para melhorar a confiabilidade ferroviária”.
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O Google ainda trabalha na versão final do programa em parceria com o Metropolitan Transportation Authority (MTA). O sistema operado pela companhia representa a maior rede de transporte público da América do Norte, atendendo mais de 15 milhões de pessoas apenas no estado de Nova York.