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Durante a reunião legislativa anual da China, o presidente do país, Xi Jinping, reforçou seu compromisso com o objetivo de transformar o país em uma superpotência tecnológica ainda maior, apesar dos desafios econômicos e das tensões comerciais com os Estados Unidos. As informações são do New York Times.
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No Congresso Nacional do Povo, Xi fez uma forte defesa da importância de avançar em áreas como inteligência artificial, biotecnologia e novas tecnologias militares, destacando que a autossuficiência tecnológica é crucial para o sucesso da China, tanto no fortalecimento de sua economia quanto no fortalecimento de suas capacidades militares.
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Investimentos que superam outros países
- Xi também focou em temas como educação e inovação científica, refletindo suas prioridades nas propostas do orçamento, que prevê aumentos significativos nos gastos com pesquisa e desenvolvimento, educação e forças armadas, com uma ênfase particular em ciência e tecnologia.
- O governo chinês planeja um investimento de US$ 172 bilhões em ciência e tecnologia, o segundo maior do mundo, atrás apenas dos EUA.
- Isso, porém, ocorre em um cenário de desaceleração econômica, com quedas no mercado imobiliário e uma população envelhecendo rapidamente.
Apesar dessas dificuldades, Xi mantém sua estratégia de modernização tecnológica como prioridade, acreditando que a inovação será a chave para superar os desafios econômicos de longo prazo.
No entanto, críticos apontam que essa ênfase em metas tecnológicas pode desconsiderar as necessidades imediatas da população, como a crise habitacional e o envelhecimento populacional.
Ao mesmo tempo, Xi não mostrou sinais de enfraquecer seu controle sobre o poder político, com mais de 12 anos de liderança e sem planos claros para a sucessão.
Ele continua a usar seu aparato anticorrupção como ferramenta para consolidar seu domínio e minimizar a oposição política interna, mantendo sua posição firme no comando do Partido Comunista Chinês.
