Siga o Olhar Digital no Google Discover
Um dos principais desafios da atualidade é combater a insegurança alimentar global. Apesar de ser uma das principais “fazendas” do mundo, o Brasil não está imune ao problema, que pode se tornar ainda maior em função das mudanças climáticas.
Ofertas
Por: R$ 37,92
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 200,29
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 155,44
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
Pensando nisso, um grupo de pesquisadores apresentou um relatório que reúne propostas concretas para solucionar problemas críticos relacionados ao tema. O trabalho defende a utilização de tecnologias, incluindo a inteligência artificial, para afastar a ameaça da fome.
Tecnologias são fundamentais para a transformação dos sistemas alimentares
O trabalho apresenta soluções inovadoras para problemas como o acesso à água potável, a modernização das infraestruturas rurais e a promoção de cadeias de valor sustentáveis. Além disso, destaca a utilização de tecnologias avançadas, como a IA e as ferramentas digitais para apoiar desde a produção até à distribuição de alimentos, reforçando a resiliência face aos desafios climáticos e sociais.
O documento aponta ainda a importância do fortalecimento das redes de investigação, do desenvolvimento de tecnologias locais e da inclusão digital como pilares fundamentais para a transformação dos sistemas alimentares.

Para os pesquisadores, há três pilares fundamentais para aprimorar a segurança alimentar: a promoção da pesquisa científica básica e tecnológica e a modernização e ampliação da infraestrutura de CT&I como um pacto geopolítico na América Latina e Caribe; o aumento dos financiamentos públicos e privados para o desenvolvimento da CT&I de segurança alimentar; e a formação, atração e fixação de recursos humanos com foco em segurança alimentar nos centros de ensino e pesquisa.
Dessa forma, o relatório serve como um guia prático para governos, organizações e comunidades acadêmicas comprometidas com a erradicação da fome e a garantia da segurança alimentar na América Latina. O documento na íntegra pode ser acessado clicando aqui.
Leia mais
- Mandioca: estudo desvenda um ‘dom’ que ajudará na luta contra a fome
- Mudanças climáticas devem deixar alimentos ainda mais caros
- Como a IA pode reduzir a fome e combater o desperdício alimentar

Insegurança alimentar pode aumentar no futuro
- De acordo com os pesquisadores, a insegurança alimentar não é um mero resultado da escassez de alimentos, mas sim uma construção social e política.
- Os países da América Latina e Caribe, por exemplo, apresentam uma distribuição interna bastante desigual.
- Enquanto a prevalência de insegurança alimentar moderada e grave foi de 14,1% no Uruguai e de 15,9% na Costa Rica, entre 2019 e 2021, o índice atingiu 55,8% da população da Guatemala e 82,5% do Haiti.
- Segundo os autores, há, em curso, três graves ameaças globais à saúde e à sobrevivência humana: as pandemias de desnutrição, de obesidade e as mudanças climáticas.