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Pesquisadores da Universidade Estadual de Michigan, nos Estados Unidos, realizaram uma análise aprofundada para compreender melhor o papel do trihidrogênio (H3+). O composto é considerado essencial para a formação das estrelas e para a síntese de compostos químicos no universo primitivo.
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Até agora, os cientistas conheciam apenas o método tradicional de formação do H3+, também conhecido como “a molécula que fez o Universo”. Mas os novos resultados sugerem que outros mecanismos no Universo também podem possibilitar sua criação.
Método alternativo de formação da molécula foi descoberto
- A ciência reconhece que o trihidrogênio teve um papel essencial na formação estelar.
- No entanto, os pesquisadores querem aprofundar o entendimento sobre sua influência na química do cosmos.
- Um dos principais objetivos do estudo foi identificar novos caminhos para a formação dessa molécula.
- Originalmente, a molécula surgiu quando o hidrogênio molecular (H2) colidiu com sua versão ionizada (H2+).
- Mas pesquisas recentes revelaram um método alternativo, no qual o trihidrogênio pode se formar a partir de moléculas orgânicas duplamente ionizadas.
- Se isso for confirmado, o trihidrogênio pode ser muito mais abundante no cosmos do que se pensava anteriormente.
- As conclusões foram descritas em estudo publicado na revista Nature Communications.

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Mudança no entendimento da ciência sobre o assunto
A equipe de cientistas da Universidade Estadual de Michigan utilizou um mecanismo de roaming em moléculas duplamente ionizadas no trabalho. Dessa forma, eles conseguiram dentificar um novo caminho para a formação do H3+.
Nesse processo, a molécula é exposta a uma alta quantidade de energia, como a de raios cósmicos ou lasers de alta potência, e perde dois elétrons. Antes disso, acreditava-se que moléculas duplamente ionizadas deveriam se fragmentar violentamente ao serem expostas a essa quantidade de energia.

O estudo, entretanto, revelou que ocorreu foi a formação de H2 dentro da estrutura, que acabou vagando pela molécula até capturar um próton extra e se transformar em H3+. Segundo os autores, este resultado demonstra que o hidrogênio não se dispersou imediatamente, mas permaneceu vagando na estrutura por um tempo significativo até capturar um próton extra.