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O governo Trump intensificou as restrições ao acesso da China à tecnologia americana, impondo limites mais rígidos do que os implementados pelo governo Biden. As informações são do Wall Street Journal.
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Na última terça-feira, os EUA adicionaram dezenas de empresas chinesas à lista negra comercial, exigindo que empresas americanas obtenham aprovação do governo para vender tecnologia para essas entidades.
Entre as adicionadas estavam subsidiárias do Inspur Group, o maior fabricante de servidores da China, e empresas ligadas ao maior fabricante de supercomputadores do país, Sugon.
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Tensões crescentes
- As mudanças refletem a intenção do governo Trump de restringir ainda mais a compra de tecnologia americana por empresas chinesas, especialmente no setor de computação de alto desempenho, usado em aplicações militares e no desenvolvimento de armas hipersônicas.
- A lista de entidades inclui quase 80 empresas, a maioria chinesas, e a medida gerou atritos entre as duas maiores economias do mundo.
- Durante o governo Biden, houve limitações à compra de chips de ponta, o que também gerou críticas de executivos do setor de tecnologia, como a Nvidia.
Entre as empresas afetadas, está a Inspur Electronic, uma subsidiária do Inspur Group, que trabalha com a Nvidia na China. A empresa montava servidores de inteligência artificial usando chips Blackwell da Nvidia, cuja venda à China foi proibida.
A medida reflete as preocupações dos EUA sobre o uso da tecnologia americana para fins militares pela China, enquanto as tensões entre os dois países continuam a aumentar. A China criticou a ação dos EUA, acusando-os de comportamento hegemônico e violação do direito internacional.
