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Gigantes da tecnologia americana, como Tesla e Nvidia, estão se apressando no desenvolvimento de robôs humanoides, considerados essenciais para a economia futura.
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Esses robôs, que combinam inteligência artificial e design humanoide, têm o potencial de ocupar empregos industriais e de serviços.
Embora Tesla, com o robô Optimus, lidere os esforços nos EUA, enfrenta forte concorrência da China, onde empresas como Unitree Robotics e Agibot estão superando os rivais americanos em termos de preços e produção em larga escala.
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China avança com apoio do governo local
- A China, com uma cadeia de suprimentos robusta e apoio governamental, está avançando rapidamente, com patentes de robôs humanoides e grandes players como Xiaomi e fabricantes de veículos elétricos, como BYD, já envolvidos.
- O governo chinês tem incentivado o desenvolvimento da robótica, visando a produção em massa até 2025, e especialistas preveem que a adoção de robôs humanoides nas linhas de produção e serviços crescerá nos próximos anos.
- O custo de fabricação ainda é alto, mas empresas chinesas como a Unitree estão oferecendo preços mais acessíveis, o que pode acelerar a adoção global.
- As informações são da CNBC, que ouviu analistas do setor.
A China, que domina a cadeia de suprimentos de componentes essenciais, está posicionada para liderar o mercado, colocando os EUA em risco de perder a competição.
A previsão é que, até 2030, as vendas de robôs humanoides globais atinjam 1 milhão de unidades anuais, com 3 bilhões de robôs operando até 2060.
