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Pesquisadores da Universidade Estadual da Carolina do Norte desenvolveram “microlimpadores”, dispositivos experimentais projetados para capturar microplásticos nas águas, em vez de apenas filtrá-los passivamente.
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Um artigo sobre a pesquisa foi publicado recentemente no jornal Advanced Functional Materials.
Microplásticos, fragmentos de plástico menores que 5 milímetros, são encontrados em corpos d’água ao redor do mundo e vêm de diversas fontes, como resíduos plásticos, roupas sintéticas e pneus de carros.
Embora ainda não se saiba totalmente o impacto da ingestão dessas partículas na saúde humana, elas frequentemente atraem bactérias nocivas, e definitivamente não deveríamos comer ou beber esses micróbios ao ingerir os microplásticos.
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Como são os microlimpadores
- Os microlimpadores, compostos por pellets feitos de quitosana (biopolímero derivado de resíduos de mariscos), são projetados para capturar microplásticos à medida que se movem pela água.
- Cada pellet contém eugenol, um óleo vegetal que reduz a tensão superficial e permite que ele se mova enquanto captura as partículas plásticas.
- Além disso, os pellets contêm magnésio e são revestidos com gelatina solúvel em água.
- Quando a gelatina se dissolve, o magnésio reage com a água, criando bolhas que fazem o pellet subir à superfície, carregando os microplásticos com ele.
Os testes de laboratório demonstraram que os pellets podem ficar submersos por até 30 minutos antes de subirem à superfície, formando uma espuma que pode ser facilmente retirada e descartada. A quitosana usada nos microlimpadores pode ser recuperada e reutilizada para produzir novos pellets.
