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A Apple, líder mundial em valor de mercado, está enfrentando desafios na implementação de sua estratégia de inteligência artificial generativa, especialmente na Siri, assistente de voz do iPhone.
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As dúvidas sobre a empresa explodiram quando um dos observadores mais próximos da companhia, o analista de tecnologia John Gruber, no início deste mês fez uma crítica contundente em uma postagem de blog intitulada “Algo está podre no estado de Cupertino“, que abriga a sede da Apple.
Gruber é um respeitado analista e entusiasta da Apple, e afirma estar furioso por não ter sido mais cético quando a empresa anunciou em junho passado que a Siri receberia uma grande atualização de IA.
Siri com IA: por enquanto, apenas na promessa
- A promessa de uma atualização significativa da Siri com IA, visava melhorar os recursos do assistente de voz, impulsionando as vendas do iPhone 16.
- No entanto, a empresa adiou o lançamento de recursos esperados, agora previstos para o próximo ano.
- As dificuldades podem estar relacionadas ao compromisso da Apple com a privacidade de dados, algo crucial para a personalização da IA.
- Para que a IA generativa seja eficaz, ela depende de grandes volumes de dados pessoais, o que entra em conflito com a abordagem rigorosa da Apple em relação à privacidade.

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Além disso, as expectativas em torno da “Apple Intelligence” não se concretizaram como esperado, e o iPhone 16, lançado em setembro, não entregou as promessas iniciais.
Embora o Google tenha superado a Apple em recursos de IA, analistas alertam que mudanças significativas no uso de smartphones ainda são um trabalho em andamento.
Apesar dos tropeços, como o lançamento do Vision Pro, um headset de realidade virtual que não teve boa recepção, a Apple continua sendo a empresa mais valiosa do mundo, com um lucro significativo de US$ 124,3 bilhões no último trimestre, embora o crescimento das vendas tenha ficado abaixo das expectativas.
