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Pela primeira vez em cinco anos, a OpenAI se prepara para lançar um modelo de inteligência artificial completamente aberto – disponível gratuitamente, sem necessidade de API.
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Previsto para os próximos meses, o modelo busca superar soluções abertas da Meta e da DeepSeek, tanto em desempenho quanto em recursos. E uma novidade inovadora neste modelo aberto parece ser um dos trunfos da startup.
O que é o recurso e como ele deve funcionar
- Um diferencial importante, segundo fontes do TechCrunch, pode ser a capacidade do novo modelo local se conectar à nuvem da OpenAI para resolver tarefas mais complexas – um recurso chamado internamente de “transferência”.
- Isso permitiria ao modelo aberto acionar APIs da empresa para acessar modelos mais potentes, aumentando significativamente seu poder computacional.
- Inspirado por sugestões da comunidade e por sistemas híbridos como o Apple Intelligence, esse recurso pode atrair desenvolvedores de código aberto para o ecossistema da OpenAI e gerar receita adicional.
- No entanto, ainda há incertezas sobre preços, limitações e a implementação final do modelo.

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O novo modelo está sendo treinado do zero e, embora deva ter desempenho inferior ao GPT-4 (o3), promete superar concorrentes como o R1 da DeepSeek em benchmarks específicos.
Modelos da OpenAI ainda alucinam mais do que deviam
Apesar dos esforços da OpenAI com investimentos robustos em seus modelos de IA para torná-los mais precisos, eles ainda não estão livres de fornecerem respostas equivocadas aos usuários.
Testes da OpenAI revelaram que o o3 alucina em 33% das vezes ao responder perguntas sobre pessoas no PersonQA, o benchmark interno da startup. Já o o4-mini foi ainda pior, “viajando” 48% da vezes. Leia mais sobre isso aqui.
