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A empresa israelense de segurança cibernética NSO Group foi condenada a pagar US$ 167 milhões à Meta, encerrando um processo judicial que durou seis anos. As informações são do New York Times.
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A disputa começou em 2019, quando a Meta, proprietária do WhatsApp, acusou a NSO de invadir ilegalmente 1.400 contas do aplicativo usando o software espião Pegasus. As vítimas incluíam jornalistas, ativistas de direitos humanos e funcionários públicos em 20 países.
O WhatsApp, que possui mensagens criptografadas, conta com mais de dois bilhões de usuários.
A juíza Phyllis Hamilton, da Califórnia, concluiu que a NSO violou leis de segurança cibernética, e um júri definiu a indenização após dois dias de deliberação.
NSO ainda vai recorrer
- O WhatsApp anunciou que doará o valor da indenização a organizações que defendem direitos digitais.
- Will Cathcart, chefe do WhatsApp, destacou que a decisão é um alerta importante para a indústria de spyware.
- A NSO, por sua vez, afirmou que recorrerá da decisão, defendendo que sua tecnologia é usada por governos autorizados para combater crimes e terrorismo.

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Testemunhas confirmaram a espionagem
Durante o julgamento, executivos da NSO testemunharam pela primeira vez, revelando que versões recentes do Pegasus podiam invadir celulares sem qualquer ação do usuário. Também foi revelado que a empresa desenvolveu técnicas para acessar outros aplicativos de mensagens.
Especialistas em cibersegurança afirmam que o veredito representa um golpe significativo para a empresa e um sinal claro contra o uso indevido de tecnologias de espionagem.
