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A descoberta de centenas de ossos humanos nas profundezas de uma caverna subterrânea utilizadas pelos antigos maias na Guatemala intrigou arqueólogos por anos. Os esqueletos foram localizados fragmentados e com claros sinais de ferimentos.
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O local ficou conhecido como Cueva de Sangre (ou Caverna de Sangue, em português) e várias possíveis explicações foram apresentadas. Agora, pesquisadores revelaram o que realmente pode ter acontecido na época.
Caverna foi usada pelos maias entre 400 a.C. e 250 d.C.
- Os ossos foram encontrados durante uma pesquisa no sítio arqueológico de Dos Pilas em Petén, Guatemala.
- O local abriga diversas cavernas que foram usadas pelos maias entre 400 a.C. e 250 d.C.
- Uma delas, no entanto, chamou a atenção.
- Ali foram encontrados diversos ossos humanos espalhados pelo chão, muitos dos quais apresentando evidências de lesões traumáticas na época da morte.
- As informações são do Live Science.

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Sacrifício pedia pelo fim da estação seca
Segundo os pesquisadores, os ossos fazem parte de um ritual de sacrifício realizado para o deus da chuva maia. O objetivo era pedir o fim da estação seca na região, que dificultava a vida dos antigos habitantes daqueles locais.
Uma das evidências que sustenta esta hipótese é o fato de que alguns restos humanos foram dispostos de forma não anatômica. Além disso, a presença de itens rituais, como ocre vermelho e lâminas de obsidiana, sugere que sacrifícios foram realizados ali.

A Cueva de Sangre é acessada por uma pequena abertura e uma descida para uma passagem baixa que se abre para uma piscina de água. Tanto hoje quanto no passado, a caverna teria sido inundada durante a maior parte do ano. Isso significa que só se poderia entrar no local durante a estação seca, entre março e maio, quando deve ter sido realizado o ritual.
Análises de DNA dos ossos serão realizadas para determinar a origem destas pessoas. Os resultados podem ajudar a entender melhor sobre esta época e decifrar o que realmente aconteceu dentro da caverna.