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A BYD promete que a fábrica da montadora em Camaçari, na Bahia, estará em funcionamento já neste ano. A informação foi repassada pela companhia chinesa à CNN. Já o governo baiano informou que a planta estará em pleno funcionamento até o final de 2026.
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“A estimativa é que sejam criados 20 mil postos de trabalho diretos e indiretos ao longo do projeto, consolidando a planta baiana como o maior polo industrial da BYD fora da China”, disse a montadora à TV.

Projeto grandioso
Inicialmente, a fábrica terá capacidade para entregar até 150 mil veículos por ano, o que vai exigir um investimento de R$ 5,5 bilhões para a operacionalização nesta primeira fase, segundo a montadora.
O projeto transformou uma antiga fábrica da Ford em um complexo com galpões e linhas de produção focados em elétricos. Além do novo polo, a BYD adquiriu direitos de mineração em áreas ricas em lítio, essencial para a produção de baterias.
Os primeiros modelos montados no Brasil serão: o SUV híbrido plug-in Song Pro e o compacto elétrico Dolphin Mini.
Atualmente, a empresa é responsável por sete de cada dez carros elétricos vendidos por aqui. No ano passado, a montadora bateu recorde de vendas no país, com 76.713 veículos elétricos e híbridos plug-in emplacados — um aumento de 327% em relação a 2023.

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Concorrência de olho
A BYD vai adotar o sistema Semi Knocked Down (SKD) para fabricar seus veículos na Bahia: partes dos veículos são produzidas no exterior e apenas a montagem dessas peças é executada no Brasil.
À Reuters, o chefe do sindicato dos metalúrgicos de Camaçari, Julio Bonfim, informou que a empresa contrataria cerca de 1.000 trabalhadores neste ano para montar os kits. O número fica muito aquém dos 10.000 que a empresa prometeu, como relatou o Olhar Digital.
Além disso, a Anfavea (associação que representa as demais montadoras) tem criticado o sistema SKD alegando que esse tipo de estratégia “vai ter impacto em empregos e investimentos” no setor, como explicamos neste artigo.