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Uma startup americana, a Interlune, tornou-se a primeira empresa privada a vender o hélio-3, um gás raro na Terra, mas abundante na Lua. As informações são da Bloomberg.
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O hélio-3 é diferente do hélio usado em balões, aquele que deixa quem o ingerir com uma voz engraçada. Acredita-se que esta outra versão seja abundante na superfície lunar, onde não há proteção contra os ventos solares.
Considerado promissor como combustível para reatores de fusão nuclear limpa e essencial para resfriamento de computadores quânticos, o hélio-3 pode se tornar um recurso estratégico nos próximos anos.
Fundada por Rob Meyerson, ex-presidente da Blue Origin, a Interlune desenvolveu um protótipo de escavadeira lunar capaz de extrair o gás do regolito — a poeira da superfície lunar.
A empresa já fechou dois contratos de venda: com o Departamento de Energia dos EUA e com a startup de tecnologia quântica Maybell Quantum, prometendo entregar o produto em 2029 por cerca de US$ 20 milhões por quilo. A exploração acontecerá em três fases.
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As três fases do projeto:
- Lua Crescente – mapeamento remoto de depósitos via câmera hiperespectral;
- Prospect Moon – testes no solo lunar com sensores e tecnologia de extração;
- Harvest Moon – coleta efetiva do gás e envio à Terra.
Hélio-3: gás importante para a energia limpa
Por ser não radioativo e leve, o hélio-3 pode viabilizar energia limpa e acelerar o avanço da computação quântica, sem os riscos dos métodos atuais de fusão. Apesar dos desafios técnicos, a Interlune aposta que o gás lunar pode abrir caminho para uma nova era tecnológica — impulsionada do espaço.
