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A internet comercial foi lançada no Brasil, em 1995, há exatos 30 anos. De lá para cá, a tecnologia avançou muito e milhões de brasileiros tiveram acesso ao serviço. Mas isso não significa que todos podem contar com uma conexão de qualidade.
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Atualmente, 1.206 municípios brasileiros, a maioria na região Norte, permanecem desconectados da infraestrutura de fibra óptica. A falta de um cabeamento adequado afeta também a qualidade do sinal 5G em parte do país.
Instalação da fibra óptica é muito mais barata hoje
- O primeiro serviço de fibra óptica doméstica no país foi oferecido, em 1997, pela empresa brasiliense TV Filme, posteriormente comprada pela Sky.
- A conexão banda larga só veio a ganhar escala apenas após a entrada da GVT e da Net no mercado no início dos anos 2000.
- Mas apesar dos objetivos de universalização do país até 2024, ela ainda não atende a todo território nacional.
- Isso mesmo com o barateamento dos investimentos em fibra óptica, algo considerado extremamente caro há décadas.
- A esperança está nos provedores com menos de 5 mil acessos, que não precisam de autorização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para atuar.
- As informações são da Folha de São Paulo.

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Projeto quer conexão a locais remotos
Essas companhias menores têm sido responsáveis por levar internet de alta qualidade a municípios mais afastados. Hoje, os pequenos e médios provedores somados atendem mais clientes do que as grandes operadoras no país.
Ainda assim, 1.206 municípios brasileiros, a maioria na região Norte, permanecem desconectados da infraestrutura de fibra óptica e sem acesso adequado à internet. Isso também causa um outro problema: a falta de cabeamento afeta a qualidade do sinal 5G, uma vez que as torres devem estar ligadas à fibra óptica.

Um cenário que pode mudar a partir do estabelecido no leilão do 5G, que prevê como contrapartida levar a conexão aos municípios mais isolados do país. Essa é, por exemplo, a missão de uma organização sem fins lucrativos fundada com investimentos da Claro, Tim e Vivo: a Entidade Administradora da Faixa (EAF).
Ela já foi responsável por levar a conexão para 60 municípios através uma estratégia inovadora de instalar o cabeamento junto ao leito de rios, evitando o desmatamento de áreas da floresta amazônica. O trabalho de expansão vai até 2028.