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Trocar ou consertar? Essa é uma dúvida comum quando o celular começa a apresentar falhas, especialmente se o aparelho já tem alguns anos de uso.
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Mas será que investir no conserto de um celular antigo ainda compensa? Quais são os sinais que devem ser considerados para decidir se vale a pena levá-lo a uma assistência técnica?
Se você está com essas dúvidas, continue lendo, pois a seguir tentaremos ajudá-lo nessa decisão.
Vale a pena consertar um celular antigo?
A seguir, enumeramos nove tópicos que servem como etapas para ajudá-lo a decidir se deve ou não levar seu celular antigo para conserto em uma assistência técnica.

1. Antes de tudo: em que estado estava o aparelho antes do defeito?
Seja sincero: o seu celular estava bem conservado, com bom desempenho, bateria em condição razoável, sem quedas frequentes ou marcas de mau uso?
Ou ele já apresentava travamentos, lentidão, desgaste físico e bateria comprometida? Um conserto pode não compensar se o aparelho já estiver bastante deteriorado.
2. Tipo de defeito e complexidade do reparo
Trocas simples, como de tela ou bateria, são rápidas e viáveis. Já problemas na placa, falhas intermitentes ou múltiplos danos encarecem o reparo e diminuem a confiabilidade.
Quanto mais complexo o defeito, maior o risco de outros problemas surgirem depois. Tenha isso em mente.

3. Forma como o defeito ocorreu
O defeito apresentado pelo seu celular foi resultado de um acidente isolado (como queda ou contato com água) ou surgiu sem motivo aparente?
Defeitos espontâneos podem indicar falhas internas mais amplas, o que influencia o custo e a viabilidade do conserto. Considere isso antes de decidir levar seu celular a uma assistência técnica.
4. Problemas crônicos e defeitos de fábrica
Alguns modelos de celulares apresentam falhas recorrentes, conhecidas por técnicos e usuários.
Pesquisar o modelo e o problema na internet pode revelar se trata-se de algo típico e reincidente. Isso ajuda a prever se o reparo realmente solucionará o problema ou se ele poderá voltar a ocorrer.
O que fazer: pesquise pelo modelo do seu aparelho e pelo problema apresentado. Fóruns, vídeos e comentários podem indicar se é um defeito comum. Se for algo crônico, o conserto pode ser apenas paliativo.

5. Perfil de uso do dono
Quem usa o celular apenas para chamadas, mensagens e apps leves pode se beneficiar de um conserto simples.
Já usuários que exigem fluidez, câmera de boa qualidade ou recursos de produtividade tendem a sentir as limitações do aparelho antigo mesmo após o reparo.
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6. Idade do aparelho: atualizações, peças e obsolescência programada
Aparelhos antigos costumam deixar de receber atualizações do sistema. Isso afeta a segurança digital e pode impedir o funcionamento de apps essenciais.
Como avaliar:
- Se possível, verifique se o modelo ainda recebe atualizações de segurança no site oficial da marca.
- Se possível, teste se apps como WhatsApp, bancos e redes sociais ainda funcionam corretamente. Se o sistema está travando, sem acesso a apps básicos, o uso já está comprometido — e o conserto não compensa.

7. Marca e qualidade do aparelho
Algumas marcas oferecem celulares com boa construção física, desempenho superior e atualizações regulares de software.
Dispositivos assim mantêm valor e funcionalidade por mais tempo, tornando o conserto mais vantajoso. Já aparelhos com hardware fraco, poucas atualizações e construção inferior podem não compensar o reparo.
Pesquise, consulte relatos em fóruns ou entre em contato com técnicos sobre a qualidade e a reputação do seu modelo específico. Se for uma marca confiável e o modelo ainda tiver boa reputação, o conserto pode valer a pena.
8. Obsolescência programada
Você já ouviu falar em obsolescência programada? É uma estratégia em que fabricantes projetam aparelhos para perder desempenho ou funcionalidade ao longo do tempo, forçando o consumidor a trocar o dispositivo mais cedo.
Se o seu celular já estava dando sinais claros de lentidão, travamentos frequentes ou dificuldade para rodar apps atuais, isso pode indicar que ele sofre desse problema.

9. Custo-benefício: valor do conserto versus preço de um novo aparelho
Se o conserto custa mais de 40% a 50% do valor que você pagou originalmente ou do preço de um celular novo com desempenho similar, já vale repensar. A troca pode oferecer mais vantagens, como garantia, atualizações e bateria nova.
Além disso, técnicos evitam consertar aparelhos antigos com valor muito baixo, principalmente se o reparo for demorado ou exigir peças difíceis. O risco de prejuízo acaba não compensando.

Conclusão
Consertar vale a pena quando:
- O aparelho ainda está em bom estado.
- O defeito é pontual e de fácil reparo.
- As peças são acessíveis.
- O sistema ainda é funcional para seu tipo de uso.
- O custo do conserto é proporcional ao valor do aparelho e à vida útil que ele ainda terá.
Trocar vale mais a pena quando:
- O celular é muito antigo e desatualizado.
- Há risco de novos problemas aparecerem.
- O custo do conserto é alto e não garante uso duradouro.