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A Meta concluiu na última quarta-feira (21) sua defesa no processo movido pela Comissão Federal de Comércio dos EUA (FTC), que acusa a empresa de prejudicar a concorrência ao adquirir o Instagram e o WhatsApp.
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O governo alega que as compras foram parte de uma estratégia de “comprar ou enterrar” concorrentes emergentes.
Durante quatro dias, os advogados da Meta argumentaram perante o juiz James Boasberg que a empresa atua em um mercado altamente competitivo e que suas aquisições fortaleceram os aplicativos, em vez de sufocar a inovação.
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Concorrência acirrada e consumidores diversificados
- A Meta rebateu a visão da FTC de que seus principais concorrentes seriam apenas plataformas de conexão social como o Snapchat.
- Segundo a empresa, ela disputa atenção dos usuários com gigantes como TikTok, YouTube e até o iMessage da Apple.
- Um estudo citado pela defesa mostrou que, quando usuários reduziram o tempo nos apps da Meta, migraram para outras plataformas, indicando concorrência intensa.
- As informações são do New York Times.
Aquisições teriam impulsionado os aplicativos
A empresa também destacou que Instagram e WhatsApp se beneficiaram significativamente após suas aquisições.
Testemunhos de fundadores e executivos apontaram avanços em monetização, expansão internacional e funcionalidades, como chamadas de voz. Para a Meta, isso comprova que as aquisições impulsionaram a inovação, em vez de bloqueá-la.
Ceticismo do juiz e decisão pendente
Apesar dos argumentos da Meta, o juiz Boasberg rejeitou um pedido da empresa para encerrar o caso antecipadamente. Ele afirmou que a FTC apresentou provas suficientes para que o processo siga adiante. O julgamento, que pode ter grande impacto no setor de tecnologia, agora aguarda decisão final.
