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Pesquisadores do Instituto Buck de Pesquisa sobre Envelhecimento, na Califórnia, desenvolveram uma nova estratégia promissora para combater o Alzheimer, inspirada na tecnologia de células T CAR — amplamente usada em terapias personalizadas contra o câncer.
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O estudo de prova de conceito demonstrou que versões modificadas dos chamados receptores CAR podem ser programadas para identificar e se ligar com precisão às placas de beta-amiloide e aos emaranhados de tau — proteínas tóxicas associadas ao declínio cognitivo na doença de Alzheimer.

Método livre de efeitos colaterais
Ao contrário dos medicamentos atuais, que podem causar efeitos colaterais graves como hemorragias cerebrais, a nova abordagem busca agir de forma precisa, poupando tecidos saudáveis.
“Os tratamentos atuais funcionam como uma marreta. Nosso objetivo é desenvolver um bisturi direcionado”, explicou Julie Andersen, autora sênior do estudo.
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Próximo passo da equipe de pesquisadores
- Nos testes com camundongos, os CARs foram construídos a partir de anticorpos já em testes clínicos e mostraram alta afinidade com as proteínas-alvo no cérebro.
- A equipe agora trabalha para acoplar aos CARs compostos terapêuticos que possam dissolver as placas e interromper a progressão da doença.
- “A diferença crucial em relação às terapias para câncer é que nosso objetivo não é matar células, mas salvar neurônios”, afirmou a pesquisadora Chaska Walton.
- la comparou o sistema a um “táxi autônomo”, que leva o tratamento exatamente até o ponto desejado.
Os cientistas também decidiram compartilhar abertamente as sequências genéticas usadas no estudo, algo incomum na área, para acelerar a colaboração científica global.
A pesquisa foi publicada no Journal of Translational Medicine.
