Siga o Olhar Digital no Google Discover
O Brasil fez bonito na PhyRC Challenge, uma competição internacional na área de robótica assistiva que usa robôs para auxiliar pessoas com algum tipo de limitação em tarefas rotineiras. A equipe Advanced Robotics Laboratory (AdRoLab), da Unicamp, conquistou o primeiro lugar.
Ofertas
Por: R$ 36,21
Por: R$ 24,96
Por: R$ 9,90
Por: R$ 5,86
Por: R$ 113,70
Por: R$ 6,90
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 155,44
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 222,11
No total, 56 universidade de 17 países tiveram que passar por duas etapas. A primeira consistiu em uma simulação virtual do processo de vestir um jaleco em um manequim usando apenas um manipulador robótico. Já a segunda propôs o desafio de vestir uma camisa em um manequim real.

Foram necessárias apenas cinco demonstrações
Após explorarem as técnicas mais atuais de aprendizado de máquina sem sucesso, a solução brasileira foi apostar em uma proposta híbrida, por meio do Modelo de Mistura Gaussiana (MMG) – mesclando a robótica moderna baseada em inteligência artificial (IA) e a metodologia robótica anterior, baseada em modelos matemáticos.
A diferença está no treinamento do robô para executar a tarefa. Enquanto a IA exige um grande volume de dados, por meio do MMG foram necessárias apenas cinco demonstrações para que o robô fosse capaz de realizar a ação.

No momento de vestir a camisa, o modelo analisa a posição do robô e usa probabilidade para determinar qual o caminho com maior chance de acerto, usando dados de todas as trajetórias aprendidas. A solução inovadora foi o que garantiu a maior pontuação para a equipe brasileira, que, durante a competição, conseguiu vestir um braço e a cabeça do manequim.
Leia mais
- Estado brasileiro está usando robôs em cirurgias de câncer
- Robôs humanoides assumem tarefas de humanos em fábrica da Mercedes
- Pela 1ª vez, robôs humanoides interagem em tarefas domésticas

Robô pode ajudar pacientes com problemas de mobilidade
- O objetivo agora é levar a tecnologia para lojas.
- Um dos obstáculos a ser superado é a capacidade da máquina de identificar o estado da camisa – se está torta, amassada etc. – e fazer os ajustes necessários para vestir o manequim.
- Para isso, a equipe trabalha também com uma câmera que identifica a posição do corpo e da roupa.
- A expectativa é integrar o manipulador aos demais robôs focados em mobilidade, colocando-o em cima da cadeira de rodas, por exemplo.
- As informações são do Jornal da Unicamp.