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O confronto entre Israel e Irã é também uma guerra de narrativas. Enquanto os israelenses acusam Teerã de pretender desenvolver bombas nucleares, os iranianos dizem que Tel Aviv mente e que comete crimes de guerra.
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O impasse envolve até mesmo uma das redes sociais mais usadas no mundo. O governo do Irã acusou o WhatsApp de espionagem e disse que o aplicativo está sendo utilizado por Israel nos recentes ataques contra o seu território.

Aplicativo entrou na mira de Teerã
Segundo o portal Associated Press, as autoridades iranianas estão pedindo para que os seus cidadãos excluam o WhatsApp imediatamente. Eles alegam, sem nenhuma evidência, que o aplicativo da Meta está sendo usado para espionagem.
A rede social é uma das plataformas de mensagens mais populares do país e não conta com restrições de uso, diferentemente do que acontece com o Facebook ou o Instagram (os iranianos só conseguem acessar estas ferramentas usando VPNs).

A Meta, dona do WhatsApp, negou veementemente as alegações de Teerã. Em comunicado, a empresa disse que as acusações são apenas uma desculpa para bloquear os serviços e garantiu que o uso de criptografia de ponta a ponta impede o acesso a qualquer mensagem.
“Não rastreamos sua localização precisa, não mantemos registros de quem todos estão enviando mensagens e não rastreamos as mensagens pessoais que as pessoas estão enviando umas às outras. Não fornecemos informações em massa a nenhum governo”, destacou a Meta.
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Aumento das tensões no Oriente Médio
- O conflito entre Israel e Irã começou na última sexta-feira (13) e já deixou centenas de mortos.
- Os israelenses bombardearam diversos alvos iranianos, entre eles instalações nucleares, matando, inclusive, alguns líderes do governo do país.
- Tel Aviv alega que o objetivo dos ataques é acabar com o programa nuclear do Irã.
- Segundo o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, os iranianos podem ser capazes de construir bombas nucleares no futuro próximo, o que ameaçaria a existência israelense.
- Já Teerã considerou os bombardeios como “crimes de guerra” e garantiu que não pretende construir armas nucleares.
- O país retaliou lançando mísseis contra as principais cidades de Israel.
- O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, ainda disse que os ataques terão “consequências irreparáveis”.