Siga o Olhar Digital no Google Discover
Um novo tratamento experimental com células-tronco trouxe resultados promissores para pessoas com diabetes tipo 1 grave.
Ofertas
Por: R$ 113,70
Por: R$ 6,90
Por: R$ 37,92
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
Em um estudo clínico de fase 1/2, 12 voluntários receberam uma infusão de células das ilhotas pancreáticas derivadas de células-tronco humanas — chamadas zimislecel — e, após 12 meses, 10 deles conseguiram interromper completamente o uso de insulina.
A terapia foi desenvolvida pela Vertex Pharmaceuticals, testada por uma equipe da Universidade de Toronto, e está publicada no New England Journal of Medicine (NEJM).

Leia mais:
- 8 sinais que seu nível de açúcar no sangue está elevado e quando buscar ajuda
- Por que feridas têm difícil cicatrização em pessoas com diabetes?
- Problemas na saúde bucal podem indicar diabetes: saiba identificar
Detalhes do estudo
- O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune em que o sistema imunológico destrói as células produtoras de insulina, exigindo que os pacientes administrem insulina externamente por toda a vida.
- A terapia com zimislecel, associada a imunossupressores, mostrou que essas células transplantadas foram capazes de produzir insulina em níveis seguros e de forma autorregulada, reduzindo drasticamente a dependência dos pacientes da insulina sintética.
- Apesar de efeitos colaterais leves a moderados, como queda na função renal e supressão do sistema imunológico, não houve eventos adversos graves ligados diretamente à terapia com células-tronco.
- Dois participantes morreram durante o estudo, mas as causas foram consideradas não relacionadas ao tratamento.

Próximos passos
Com esses resultados animadores, os testes clínicos seguiram para a fase 3. Segundo os pesquisadores, os achados reforçam o potencial das células-tronco pluripotentes na produção eficaz de ilhotas pancreáticas para o tratamento do diabetes tipo 1.
