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Uma nova atualização da revisão Cochrane concluiu que a realidade virtual (RV), quando combinada à terapia padrão, pode ajudar na recuperação de movimentos do braço em pessoas que sofreram AVC.
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A revisão, publicada hoje na Cochrane Database of Systematic Reviews, analisou 190 ensaios clínicos com mais de 7 mil participantes e mostrou que os melhores resultados ocorrem quando a RV complementa os cuidados habituais, aumentando o tempo total de reabilitação.

Benefício do tratamento com realidade virtual
- “A realidade virtual pode oferecer uma maneira relativamente barata e envolvente de estender a duração da terapia sem a presença constante de um profissional”, afirma a professora Kate Laver, da Universidade Flinders, autora principal da pesquisa.
- Segundo ela, o tempo adicional em terapia é crucial para melhores desfechos pós-AVC.
- Os efeitos da RV sobre o equilíbrio e a redução de limitações de atividade também foram positivos, embora as evidências sobre mobilidade e qualidade de vida ainda sejam inconclusivas.
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Tecnologia simples foi testada
A maior parte dos estudos usou tecnologias simples, como videogames comerciais, e há poucos dados sobre sistemas imersivos, como headsets, que podem simular ambientes reais e permitir treinos mais funcionais.
“Há uma oportunidade real para desenvolver intervenções mais sofisticadas e orientadas à vida real”, diz Laver. A revisão conclui que a RV é segura e bem tolerada, mas destaca a necessidade de ensaios mais robustos para avaliar plenamente seu potencial na reabilitação de AVC.
