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Um estudo conduzido pelo hospital veterinário da Universidade de Montreal (Canadá) identificou forte ligação entre estresse e cistite idiopática felina (CIF) — inflamação dolorosa e recorrente da bexiga, sem causa orgânica aparente, comum em gatos.
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A pesquisa, publicada no Journal of Veterinary Behavior, analisou o comportamento de 33 desses felinos com diagnóstico de CIF e mostrou que 94% dos que apresentavam episódios recorrentes tinham medo intenso de estranhos, sugerindo altos níveis de ansiedade.

Descobertas do estudo sobre o estresse em gatos
- Segundo os autores, gatos que internalizam o estresse (ficando retraídos e nervosos) são mais suscetíveis à doença do que os que o externalizam de forma agressiva;
- Por isso, os pesquisadores propõem renomear a condição para “cistite secundária à ansiedade”;
- A pandemia de Covid-19, ao alterar drasticamente a rotina doméstica, coincidiu com aumento significativo nos casos da doença, reforçando a hipótese de que mudanças no ambiente contribuem para o problema.
Leia mais:
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Como combater o estresse do seu gato
O estudo defende abordagem de tratamento que vá além de medicamentos, promovendo o bem-estar emocional do animal.
Medidas simples, como oferecer mais fontes de água, caixas de areia extras, brinquedos variados e acesso seguro ao ar livre, podem ajudar a reduzir o estresse e, consequentemente, as crises de cistite.
A principal mensagem é que sintomas urinários em gatos podem ser sinal de sofrimento emocional — e não de “birra”. Reconhecer e tratar a ansiedade felina pode evitar sofrimento, custos veterinários elevados e até a eutanásia de animais afetados.
