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Durante uma escavação arqueológica nas fundações da igreja de Saint-Philibert em Dijon, na França, pesquisadores foram surpreendidos por uma descoberta inesperada: uma tumba esquecida que permaneceu selada por, pelo menos, 400 anos.
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Entenda:
- Uma tumba de 400 anos foi encontrada em uma igreja na França;
- Durante trabalhos de renovação da igreja de Saint-Philibert, arqueólogos descobriram uma escada que levava para a tumba;
- Em seu interior, foram encontrados os restos de dezenas de pessoas – adultos e crianças;
- As escavações também revelaram outros túmulos e sarcófagos que vão desde o século VI ao XVIII.

Construída no século XII, a igreja de Saint-Philibert foi desconsagrada e desativada durante a Revolução Francesa. Passou por algumas modificações nos anos seguintes e, no século XX, começou a ser usada como depósito de sal.
Em 1974, uma laje de concreto com aquecimento elétrico foi instalada na igreja – o que aumentou a umidade e fez com que o sal criasse rachaduras nos pilares de pedra. Em 1979, o local foi fechado para novas reformas.
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Escavações revelaram tumba de 400 anos em igreja na França

A descoberta da tumba aconteceu no final do ano passado, durante novos trabalhos de renovação conduzidos por arqueólogos do Instituto Nacional de Pesquisa Arqueológica Preventiva (INRAP) da França.
Escondida sob a antiga laje de concreto, uma escada levou a equipe até o jazigo selado há quatro décadas. Dentro dele, os pesquisadores encontraram os restos de dezenas de pessoas.
“Foi identificada uma cripta, provavelmente datada dos séculos XV e XVI. Nela, os mortos, tanto crianças quanto adultos, são enterrados em caixões, com os ossos de cada indivíduo sendo empurrados para os lados para dar lugar ao último morto”, detalhou o INRAP em comunicado.

Equipe encontrou outros túmulos na igreja
Além dos corpos enterrados na tumba quadricentenária, os arqueólogos também localizaram túmulos e sarcófagos que datam desde o período merovíngio (VI – VIII) ao século XVIII.
Na nave da igreja, foram encontrados “sepultamentos em caixões de madeira, do século XIV ao XVIII, dispostos em alinhamentos leste/oeste. Os falecidos, quase todos adultos, estavam vestidos ou envoltos em mortalhas, e pouquíssimos objetos foram encontrados nos túmulos, além de moedas raras e dois rosários.”