Siga o Olhar Digital no Google Discover
A venda de iPhones usados aumentou nos Estados Unidos, segundo os dados da CIRP (Consumer Intelligence Research Partners). Entre 2020 e 2025, a proporção de compradores de iPhones que trocaram ou venderam seus aparelhos antigos aumentou de 43% para 49% — um crescimento de 6 pontos percentuais.
Ofertas
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 349,90
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 205,91
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 7,60
Por: R$ 21,77
Por: R$ 16,63
Por: R$ 59,95
Por: R$ 7,20
Por: R$ 139,90
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
Enquanto isso, 37% mantiveram seus celulares antigos, seja para usar como reserva ou para repassar a um amigo ou familiar. Isso representa uma queda em relação aos 44% em 2020. Por fim, 14% dos celulares antigos foram relatados como perdidos, roubados ou danificados – resultado praticamente inalterado em relação aos 13% em 2020.

O que levou a esse aumento?
Segundo o relatório da CIRP, esse aumento mostra que está cada vez mais fácil e vantajoso se desfazer de um celular antigo. Alguns fatores são:
- Operadoras ampliaram as ofertas de troca de aparelhos.
- Plataformas de revenda se aprimoraram.
- Plataformas de revenda oferecem valores mais atrativos pelos dispositivos usados.

Leia mais:
- Apple pode começar a lançar iPhones duas vezes por ano
- Chinesa supera Apple em ranking de marcas que mais venderam celulares no Brasil
- Apple se prepara para comprar novas empresas de IA
O que essa mudança de comportamento indica?
Cada vez mais, os celulares antigos alimentam o mercado global de smartphones usados, que tem crescido significativamente nos últimos cinco anos.

Como aponta o 9to5Mac, o hábito de revender iPhones é maior em países onde esses aparelhos sempre foram relativamente caros em comparação com a renda local, e revender ou trocar sempre foi a norma.
Agora, com os preços do iPhone subindo até mesmo nos EUA, os americanos estão começando a tratar seus dispositivos antigos como ativos valiosos e negociáveis.