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Você já deve ter ouvido alguém falar que usou a inteligência artificial como uma espécie de terapeuta, para desabafar ou apenas conversar sobre assuntos sensíveis. É uma verdadeira tendência… que pode ser perigosa.
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Isso porque alunos de psicologia passam anos estudando diversas vertentes da prática terapêutica. Por exemplo, algumas correntes analisam o silêncio. Já outras se pautam pela qualidade das relações e pela autenticidade. A IA não tem acesso a nada disso.

Algoritmos não são autênticos, não fazem leitura corporal e nem entendem o silêncio de um usuário. Eles também não fazem acompanhamento do paciente, nem conseguem lembrar o que aconteceu algumas ‘sessões atrás’.
O resultado pode ser perigoso – ainda mais se o usuário confiar na IA para esse papel. Mas por que, então, esse uso da tecnologia ficou tão popular?
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Esse é o tema da coluna Olhar do Amanhã desta semana, com o doutor Álvaro Machado Dias, neurocientista, futurista e colunista do Olhar Digital News. Confira!