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O Banco Central confirmou nesta semana um ataque hacker à C&M Software, empresa terceirizada que atua na comunicação entre instituições financeiras conectadas ao Sistema de Pagamentos Brasileiro (que inclui o Pix).
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O BC afirmou que nenhum valor administrado diretamente foi afetado. No entanto, o incidente permitiu acesso indevido a contas de reserva de ao menos seis instituições financeiras atendidas pela CMSW. O prejuízo estimado varia em R$ 540 milhões e R$ 1 bilhão.

O Banco Central determinou o desligamento do acesso à infraestrutura da C&M Software, mas voltou a liberar opções Pix de forma controlada já na quinta-feira. Segundo a empresa, o ataque cibernético aconteceu através de credenciais de clientes.
Já nesta sexta-feira, a Polícia Civil de São Paulo prendeu um homem suspeito. Ele é funcionário da companhia terceirizada do BC e confirmou que entregou sua senha de acesso para terceiros, que conseguiram entrar no sistema e cometer a fraude.
Como os hackers conseguiram ultrapassar as barreiras de segurança? Dá para recuperar o valor perdido? E como ficam os usuários nessa história?
O Olhar Digital News recebe o especialista em cibersegurança Rodrigo Grava para falar sobre o assunto. Confira!