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Um texto de quase 3 mil anos localizado por arqueólogos descreve a histórica Babilônia. Em forma de hino, ele cita o povo, localização e até mesmo características geográficas de uma das principais cidades do mundo antigo.
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O documento é escrito em cuneiforme um dos primeiros sistemas de escrita conhecidos, desenvolvido pelos sumérios na Mesopotâmia por volta de 3.200 a.C. Ela caracteriza-se pelas marcas em forma de cunha impressas em tabletes de argila.
Hino foi traduzido para o inglês
Segundo pesquisadores da Universidade de Bagdá, no Iraque, o hino revela informações importantes sobre a vida dos habitantes da antiga cidade. Foram encontrados apenas dois terços do texto, uma vez que muitas tábuas de argila da época não resistiram ao passar do tempo. No total, a equipe acredita que o documento era composto de 250 linhas. Mas mesmo incompleto, a descoberta foi comemorada. Os trechos disponíveis foram traduzidos para o inglês.

O hino começa com elogios a Marduk, o deus padroeiro da Babilônia, e os presentes que ele supostamente concedeu aos habitantes da cidade. Após, passa a louvar seu templo, Esagil, e depois a Babilônia como um todo. São usadas comparações com diferentes pedras preciosas e um jardim de frutas. Uma das partes cita o portão e a muralha da cidade, e Alulu, mitificado como seu rei fundador.
O povo da Babilônia também é elogiado por sua justiça, protegendo os órfãos e os humildes e cumprindo as leis. O hino ainda afirma que os babilônios são conhecidos por respeitar os estrangeiros que vivem entre eles. Embora algumas linhas sejam dedicadas às mulheres da cidade, seu mérito é descrito como residindo em sua “devoção e discrição”.
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Rio Eufrates também aparece no texto
- O hino diz: “Seus campos florescem com ervas e flores, seus prados, em flor brilhante, brotam cevada;
- Dos quais, recolhidos, os feixes são empilhados;
- Manadas e rebanhos jazem em pastagens verdejantes;
- Riqueza e esplendor — o que convém à humanidade —;
- São concedidos, multiplicados e regiamente concedidos”.