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Embora tubarões, ursos e cobras sejam frequentemente vistos como grandes ameaças, os verdadeiros campeões de letalidade no reino animal são muito menores: os mosquitos, como explica o IFL Science.
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Ao contrário de predadores temidos, que causam relativamente poucas mortes — tubarões matam cerca de 10 pessoas por ano, ursos uma, e cobras cerca de 140 mil — os mosquitos são responsáveis por mais de 1 milhão de mortes anuais, segundo a Associação Americana de Controle de Mosquitos.
Algumas estimativas elevam esse número para até 3 milhões. A razão? Esses insetos são vetores de doenças graves.

Doenças perigosas que os mosquitos transmitem
- A malária, causada pelo parasita Plasmodium transmitido por fêmeas do gênero Anopheles, é a mais letal, com cerca de 600 mil mortes por ano, afetando especialmente crianças pequenas e grávidas em regiões tropicais.
- Além da malária, os mosquitos transmitem dengue, vírus do Nilo Ocidental, febre amarela e chikungunya, entre outras doenças.
- Embora algumas dessas enfermidades tenham menor taxa de mortalidade, ainda causam grande sofrimento e impactos sociais e econômicos significativos.
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Mudanças climáticas aumentam riscos
Com as mudanças climáticas, o alcance desses vetores está se expandindo, tornando a ameaça global ainda mais preocupante. A malária, por exemplo, já aparece de forma esporádica em países como os EUA e a França.
Apesar de iniciativas eficazes de controle e prevenção — como mosquiteiros, vacinas e inseticidas — o combate ao mosquito continua sendo um dos maiores desafios de saúde pública do mundo. Por seu impacto devastador, esse minúsculo inseto é, de fato, o animal mais mortal do planeta.
