Siga o Olhar Digital no Google Discover
Um estudo inédito publicado na Nature Communications revelou que o açúcar branco refinado pode induzir mudanças temporárias no DNA de bactérias benéficas do intestino, alterando seu comportamento e sua relação com o sistema imunológico humano.
Ofertas
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 349,90
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 205,91
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 7,60
Por: R$ 21,77
Por: R$ 16,63
Por: R$ 59,95
Por: R$ 7,20
Por: R$ 139,90
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
A pesquisa, conduzida por cientistas do Instituto de Tecnologia Technion-Israel, concentrou-se na bactéria Bacteroides thetaiotaomicron, uma espécie dominante no microbioma intestinal conhecida por regular a inflamação, proteger o revestimento intestinal e auxiliar na digestão de carboidratos complexos.

Descobertas do estudo
- Os pesquisadores descobriram que o consumo de açúcar refinado provoca um fenômeno chamado inversão de DNA, um tipo de “disfarce genético” comum em bactérias patogênicas como Salmonella e E. coli.
- Essa inversão não altera permanentemente o material genético, mas muda quais genes são ativados, permitindo que a bactéria mude temporariamente sua aparência e função, inclusive deixando de cumprir seus papéis benéficos.
- Essa transformação confunde o sistema imunológico, que pode passar a tratar a bactéria como uma ameaça, gerando inflamações e danos ao intestino.
- Embora reversível, essa alteração se intensifica com exposição frequente ao açúcar, o que levanta preocupações sobre seus efeitos acumulativos na saúde intestinal.

Leia mais
- Sem planta, sem terra, sem água: estudo revela novo jeito de fazer açúcar
- Vício em doces é real — e agora a Ciência consegue medi-lo
- Qual é o melhor para sua saúde: açúcar ou adoçante? Veja o que diz a ciência
Impacto do açúcar no intestino
O estudo sugere que esse mecanismo genético pode explicar a ligação entre dietas ricas em açúcar e doenças inflamatórias intestinais ou disfunções metabólicas.
A descoberta abre caminho para o desenvolvimento de probióticos que inibam esse processo e para a formulação de dietas personalizadas, com base na composição do microbioma de cada pessoa.
