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Os chatbots de inteligência artificial estão mudando a forma como os consumidores buscam informações online, desafiando o domínio dos mecanismos de busca tradicionais como Google e Bing, segundo uma análise do Wall Street Journal.
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Embora ainda representem apenas 5,6% do tráfego de buscas em navegadores de desktop nos EUA, as consultas feitas a modelos de linguagem como ChatGPT e Perplexity mais que dobraram desde junho de 2024, segundo dados da empresa de inteligência de mercado Datos.
Entre os chamados early adopters, que começaram a usar LLMs mais cedo, esse número é muito maior: 40% das buscas já vão direto para esses sistemas, enquanto o uso de buscadores tradicionais caiu de 76% para 61% em um ano.

Impacto em quem depende de buscadores para ter audiência
- Esse crescimento tem impacto direto sobre as marcas e sites de conteúdo.
- Plataformas como Business Insider e Washington Post registraram queda no tráfego orgânico, uma vez que as respostas diretas dos chatbots eliminam a necessidade de cliques.
- Isso levou ao surgimento de startups especializadas em otimização para IA.
Leia mais:
- Chatbots estão nos agradando demais — e isso pode custar caro
- Como a inteligência artificial pode acelerar tarefas e otimizar o tempo no trabalho
- Por que IA é o pesadelo e a esperança da cibersegurança

Busca tradicional ainda é maioria (por enquanto)
Apesar das mudanças, especialistas alertam que os mecanismos de busca ainda concentram a maioria das buscas e permanecem dominantes nos smartphones. A IA generativa, por ora, cumpre uma função mais voltada à produtividade e informação objetiva.
Ainda assim, com iniciativas como navegadores próprios e testes com buscas patrocinadas, empresas como Perplexity e OpenAI sinalizam que a próxima revolução na publicidade digital já está em andamento.
