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Presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo afirmou nesta quarta-feira (6) que o Pix é estratégico para o Brasil e que deve permanecer como uma infraestrutura pública. A declaração aconteceu durante o evento Blockchain Rio, que ocorre na cidade do Rio de Janeiro.
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A defesa também pode ser considerada uma resposta ao questionamento do governo dos Estados Unidos sobre a tecnologia brasileira. Uma investigação comercial aberta pela Casa Branca cita o sistema de transferências instantâneas como uma prática desleal em relação a empresas norte-americanas.

Não há rivalidade entre o Pix e bancos
- Galípolo destacou que o Pix é importante como infraestrutura pública, e que, caso contrário, poderia haver conflito de interesses a cada decisão de se incluir ou retirar um novo participante do sistema.
- Ele também garantiu que não há rivalidade entre a tecnologia e outras soluções bancárias.
- O presidente do BC apresentou dados de um levantamento feito entre 2021 e 2024. Eles mostram um aumento na bancarização de clientes após a criação do Pix.
- Segundo Gabriel Galípolo, os números evidenciam que o Pix incluiu pessoas no sistema.
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EUA enxergam a tecnologia brasileira como uma ameaça
As críticas da Casa Branca ao Pix podem ser explicadas pela concorrência com Whatsapp Pay e bandeiras de cartão de crédito dos EUA. Um dos motivos especulados para a medida é de que o Banco Central teria favorecido o Pix em detrimento do WhatsApp Pay em 2020. Lembrando que o aplicativo é da empresa Meta, de Mark Zuckerberg, aliado de Trump.
O sistema de pagamentos brasileiros também é considerado uma alternativa ao dólar em algumas transações internacionais, o que desagrada o governo dos Estados Unidos. Ao mesmo tempo, operadoras de cartão de crédito dos EUA podem se sentir ameaçadas com a nova funcionalidade do “Pix Parcelado”, previsto para começar a funcionar em setembro deste ano.

Após as conclusões norte-americanas, o presidente Lula saiu em defesa da tecnologia brasileira. Ele afirmou que o Pix é uma operação consagrada, com ampla aceitação popular e sem previsão de mudanças ou possibilidade de interferência estrangeira.