Siga o Olhar Digital no Google Discover
Diversas estradas simplesmente cortam ecossistemas. Por conta disso, é normal que alguns animais tentem atravessar de um lado para o outro, aumentando as chances de atropelamentos e os riscos também para os motoristas.
Ofertas
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 349,90
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 205,91
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 7,60
Por: R$ 21,77
Por: R$ 16,63
Por: R$ 59,95
Por: R$ 7,20
Por: R$ 139,90
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
Pensando em uma forma de reduzir o número de mortes causadas por estas colisões, pesquisadores australianos desenvolveram uma nova inteligência artificial. A ideia é que a ferramenta ajude a proteger, inclusive, espécies ameaçadas de extinção.

Luz pisca alertando sobre perigos na pista
- O trabalho foi foi realizado de forma conjunta entre a Universidade de Sydney e o Departamento de Transportes e Estradas Principais de Queensland.
- Ao longo de 12 meses, os pesquisadores desenvolveram e testaram um sistema chamado LAARMA.
- Ele usa sensores para detectar animais perto de estradas, acionando sinais de mensagem variável (VMS) para alertar os motoristas.
- Em outras palavras, uma luz pisca alertando os condutores sobre perigos na pista.
- A tecnologia também pode ser utilizada para proteger pandas vermelhos no Nepal, tamanduás no Brasil e leopardos-das-neves na Ásia Central, todos os quais enfrentam perigos ao cruzar estradas que fragmentam seus habitats naturais.
Leia mais
- Novo Tradutor? Google cria IA que entende golfinhos
- IA vai te ajudar a falar com seu pet. Veja como
- Pesquisadores querem ensinar IA a reconhecer emoções animais

IA é eficaz na identificação dos animais
O sistema LAARMA conta com vários sensores montados em postes, câmeras, imagens térmicas e sistema LiDAR, além da IA. Durante os testes, mais de 287 casuares, aves típicas da Austrália, foram avistados.
Segundo os pesquisadores, os alertas levaram a reduções perceptíveis na velocidade dos veículos, diminuindo o risco de colisões. Para sermos mais precisos, os motoristas diminuíram a velocidade em 6,3 km/h, em média, quando os alertas eram emitidos.

Pode não parecer muito, mas a equipe responsável pelo trabalho destaca que essa mudança no comportamento é significativa. A redução da velocidade, mesmo em alguns quilômetros por hora, pode melhorar substancialmente os tempos de reação, as distâncias de frenagem e os resultados em caso de colisão. As informações são do Centro de Pesquisa Cooperativa iMOVE Australia.