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O governo chinês tem orientado empresas estatais e privadas a evitarem os processadores H20 da Nvidia, especialmente em aplicações ligadas à administração pública e segurança nacional, conforme informa a Bloomberg.
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A medida, que não representa uma proibição formal, surge semanas após Washington autorizar novamente a venda de chips de IA de baixo custo para a China, sob a condição de que Nvidia e AMD repassem 15% da receita dessas vendas ao governo americano.
Apesar do desempenho competitivo do H20 em tarefas de IA, Pequim busca fortalecer fabricantes nacionais e reduzir a dependência de semicondutores ocidentais, beneficiando empresas como a Cambricon, cujas ações dispararam com a notícia. A pressão também atinge os chips AMD MI308.

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Pressão vinda de Pequim
- As autoridades chinesas levantam preocupações sobre possíveis vulnerabilidades e rastreamento nos processadores, alegações negadas pela Nvidia.
- Paralelamente, relatórios apontam que parte das empresas chinesas já planeja reduzir pedidos desses chips.
- Ainda assim, especialistas acreditam que a demanda continuará forte devido à qualidade superior frente a alternativas locais, especialmente para empresas como Alibaba e Tencent.

Tensões entre China e EUA seguem
A postura de Pequim expõe tensões na recente reviravolta do governo Trump, que havia restringido a exportação desses chips e agora a liberou em meio a negociações comerciais – possivelmente atreladas ao fornecimento de minerais raros pela China.
Enquanto alguns veem a medida como forma de manter a dependência tecnológica chinesa em produtos americanos menos avançados, críticos alertam que isso pode acelerar o avanço do poder tecnológico chinês.
