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A Xiaomi registrou no último trimestre uma alta de 31% na receita, alcançando 116 bilhões de yuans (US$ 16,2 bilhões), ligeiramente acima das projeções de analistas. O lucro líquido quase dobrou, chegando a 11,9 bilhões de yuans, impulsionado pelo sucesso de seu segundo veículo elétrico.
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A fabricante entregou 81.302 carros no segundo trimestre, somando mais de 157.000 unidades no primeiro semestre, com o SUV YU7 superando expectativas e já acumulando lista de espera superior a um ano, conforme informações da Bloomberg.

Valorização robusta
- A demanda reforça a aposta de US$ 10 bilhões da empresa no setor automotivo, onde busca competir com Tesla e BYD, mirando um lugar entre as cinco maiores montadoras globais.
- Apesar de enfrentar desafios de produção e a repercussão de um acidente fatal com o sedã SU7 em março, a companhia manteve forte valorização, somando US$ 120 bilhões em valor de mercado no último ano.
- O governo chinês também interveio para conter a guerra de preços no setor, medida que beneficiou a Xiaomi, já que a procura por seus modelos continua elevada sem necessidade de descontos agressivos.
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Smartphones e IA
Apesar do bom momento o setor automotivo, a empresa ainda lida com a desaceleração no mercado de smartphones e margens pressionadas por promoções em festivais de compras.
Em paralelo, a Xiaomi vem ampliando seus investimentos em inteligência artificial e semicondutores, com a revelação do chip Xring O1, projetado para alimentar dispositivos como o Tablet 7 Ultra. A empresa investirá US$ 7 bilhões nesta década em seu semicondutor.
