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Escavações arqueológicas no forte romano de Magna, na Inglaterra, revelaram uma descoberta intrigante: um sapato de “Pé-grande”. Com nada menos que 32,5 cm de comprimento, o exemplar se aproxima dos tamanhos 47 a 48 aqui no Brasil, como explica Tim Penn, arqueólogo da Universidade de Leeds, em um artigo do The Conversation.
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Entenda:
- Um sapato de tamanho impressionante foi descoberto no forte romano de Magna, na Inglaterra;
- O sapato de “Pé-grande” mede nada menos que 32,5 cm de comprimento – o que equivale, aproximadamente, aos tamanhos 47 a 48 aqui no Brasil;
- Uma das teorias por trás dos sapatos enormes é que os romanos da região eram muito altos;
- Também existe a chance de que os calçados fossem usados apenas durante o inverno, permitindo várias camadas de meias, por exemplo;
- Outra possibilidade é que o sapato fosse usado para fins médicos, por pessoas com pés inchados ou envoltos em curativos.

O sapato estava em um estado de conservação impressionante – algo possível graças ao solo úmido e com baixo teor de oxigênio, que mantém materiais orgânicos (como o couro do calçado) preservados. Segundo Penn, sapatos grandes não são uma raridade nas escavações em Magna, mas o modelo mais recente foi o maior já descoberto até o momento.
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O que está por trás do sapato do ‘Pé-grande’ romano?

Existem algumas teorias para explicar o tamanho impressionante dos sapatos de Magna. Uma delas é que os antigos romanos que habitavam a região eram, simplesmente, muito altos – mas Penn conta que os estudos acerca dessa hipótese ainda são escassos, já que os cemitérios da comunidade foram pouco escavados.
Também existe a possibilidade de que os sapatos fossem usados especificamente durante o inverno ou na neve, possibilitando que os romanos usassem várias camadas de meias e acolchoamentos para se manterem aquecidos.
O arqueólogo ainda explica que os sapatos de “Pé-grande” podiam ter até mesmo fins médicos, voltados a pessoas com pés inchados ou com curativos.
Propósito exato do sapato gigante ainda é um mistério

O grande desafio por trás da investigação dos sapatos enormes é, como diz Penn, a “natureza das evidências”. As informações obtidas até então são apenas um fragmento da história, já que, inevitavelmente, grande parte do passado foi apagada com o passar dos anos.
Apesar disso, os arqueólogos estão “testando rigorosamente várias hipóteses para chegar às interpretações mais plausíveis. Interpretar esses fragmentos é um processo complexo, como montar um quebra-cabeça de mil peças com muitas das peças mais importantes (como as bordas) faltando.”