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A General Motors está reforçando sua presença em inteligência artificial com a criação de um centro de excelência em Mountain View, Califórnia, conforme informações do Wall Street Journal.
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Embora o vice-presidente sênior de engenharia de software, David Richardson, afirme que a empresa não busca se tornar uma “nova Apple ou Google”, sua recente estratégia de contratações aponta para um movimento competitivo no Vale do Silício.

Contratações de peso
- Nos últimos meses, a montadora trouxe nomes de peso da tecnologia, como Barak Turovsky, ex-Google, agora diretor de IA, e John Anderson, ex-Google e vencedor do Oscar técnico, que lidera pesquisas em robótica colaborativa para uso em fábricas.
- A equipe, ainda pequena — menos de 20 pessoas —, já apoia diferentes áreas da GM, desde finanças e engenharia até produção e esportes automobilísticos.
- Apesar do fracasso do programa de robotáxis Cruise, encerrado em 2023 após investimentos bilionários, a GM mantém planos em direção autônoma sob a liderança de Sterling Anderson, da Aurora Innovation.
- O novo time de IA, no entanto, terá atuação mais ampla, incluindo iniciativas como ferramentas de codificação generativa, atualizações de software via nuvem e projetos para otimizar estratégias de corrida em Nascar e Fórmula 1.

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GM se vê pronta para inovar
Richardson destaca que a GM possui décadas de dados industriais capazes de acelerar o desenvolvimento interno de robôs colaborativos, sem depender de terceiros.
Ele reforça que o objetivo não é replicar gigantes da tecnologia, mas integrar inovação ao DNA automotivo da empresa, tornando a manufatura mais eficiente e competitiva diante de desafios como tarifas e expansão produtiva nos EUA.
