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Um vídeo recém-divulgado em um processo judicial na Carolina do Norte mostra que funcionários atuais e antigos do TikTok expressaram internamente preocupações sobre o impacto do algoritmo da plataforma na saúde mental de adolescentes. As informações são da CNN.
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As revelações contrastam com declarações públicas da empresa de que a rede é segura para jovens. O processo, aberto em 2023 pelo então procurador-geral do estado, Josh Stein, acusa o TikTok de práticas enganosas e de projetar o aplicativo para ser “altamente viciante” para menores.
O juiz Adam Conrad decidiu que tanto a denúncia quanto o vídeo — que compila reuniões internas da empresa — não devem ser mantidos em sigilo, negando também o pedido do TikTok para arquivar o caso.

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Funcionários admitem danos que a plataforma causa
- No material, ex-funcionários relatam preocupações sobre como o design do app pode estimular comportamentos compulsivos e agravar problemas como distúrbios alimentares.
- “De certa forma, incentivamos a publicação desse conteúdo apenas pela forma como a plataforma foi projetada”, disse Nicholas Chng, que trabalhou com detecção de riscos.
- Alexandra Evans, ex-líder de políticas de segurança na Europa, afirmou que o TikTok “incorporou o uso compulsivo”, enquanto outra ex-funcionária, Ashlen Sepulveda, alertou que o algoritmo pode prender adolescentes em ciclos de conteúdo prejudicial.

TikTok se defende do vídeo
A defesa do TikTok classificou o vídeo como “enganoso” e afirmou que trechos foram tirados de contexto. A empresa diz ter lançado dezenas de recursos de segurança para jovens, como notificações noturnas desativadas e limites de tempo de uso.
O atual procurador-geral da Carolina do Norte, Jeff Jackson, disse que o vídeo comprova as acusações: “As redes sociais estão mantendo crianças viciadas para maximizar lucros, mesmo às custas de sua saúde.”
O processo pede indenizações financeiras e uma ordem judicial para que a plataforma deixe de adotar práticas consideradas enganosas.
