Siga o Olhar Digital no Google Discover
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, minimiza a gravidade das mudanças climáticas. Na verdade, ele classifica a questão como uma “farsa”, promovendo ativamente o uso de combustíveis fósseis, além de ter retirado o país do Acordo de Paris e de ter revogado diversas políticas ambientais.
Ofertas
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 349,90
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 205,91
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 7,60
Por: R$ 21,77
Por: R$ 16,63
Por: R$ 59,95
Por: R$ 7,20
Por: R$ 139,90
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
Por conta disso, quase 200 servidores públicos norte-americanos alertam que as medidas Casa Branca estão deixando os EUA em risco. Eles ainda observam que o governo não está preparado para lidar com um desastre natural.

Governo Trump reverteu avanços na área
- O posicionamento acontece na semana em que a tragédia do furacão Katrina completa 20 anos.
- O fenômeno extremo devastou Nova Orleans, na Louisiana, deixando 1.833 pessoas mortas e milhões de desabrigados.
- Os danos superaram a marca dos US$ 160 bilhões (mais de R$ 865 bilhões).
- Na época, a agência de gestão de emergências dos Estados Unidos (FEMA) foi bastante criticada pela resposta lenta e desorganizada.
- Um ano depois, o governo e o Congresso aprovaram uma reforma que deu maior autonomia ao órgão.
- Avanços que agora estão ameaçados pela política de Trump, segundo os funcionários.
- As informações são do G1.
Leia mais
- EUA: mudanças climáticas causam 15 mil mortos por incêndios
- Acordo de Paris: Trump oficializa saída dos EUA; o que significa?
- Borboletas estão desaparecendo nos EUA. Por quê?

Demissões e falta de autonomia são problemas
Na carta enviada ao Congresso, os servidores públicos listam seis pontos que colocam o desempenho da agência em risco. Entre eles está o congelamento e corte de recursos, bem como as recentes demissões de funcionários.
O grupo ainda critica a falta de autonomia, alegando que agora é a secretária de Segurança Interna dos EUA, Kristi Noem, indicada por Trump, que aprova todos os contratos acima de cem mil dólares. Segundo o documento, isso diminui a capacidade da FEMA de agir rapidamente em caso de necessidade.

O texto também aponta que os nomes indicados para o comando da agência não têm qualificação ou autoridade legal para os cargos, uma vez que não foram aprovados pelo Senado. E critica a pressão que funcionários sofreram para remover informações sobre mudanças climáticas de documentos públicos.
Apenas em 2025, um terço dos profissionais deixaram a FEMA. Em junho, Donald Trump chegou a dizer que fecharia a agência. Depois das inundações no Texas, que mataram mais de 130 pessoas, integrantes do governo mudaram o tom e passaram a falar em reformas.