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A erupção do Monte Vesúvio, no ano de 79, devastou Pompeia e matou cerca de duas mil pessoas. Esta é uma história é bastante conhecida, mas você sabia que outra cidade romana também foi varrida do mapa graças a um vulcão?
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Há quase dois mil anos, uma explosão simplesmente afundou Aenaria, localizada em uma ilha vulcânica no Mar Tirreno, onde hoje fica a região da Campânia, na Itália. Esse episódio, no entanto, é muito menos conhecido.

Ruínas da cidade ficaram escondidas por séculos
- Por volta do ano 180, o vulcão Cretaius entrou em erupção.
- Segundo os pesquisadores que estudam a região, as ondas de choque foram tão fortes que fizeram a cidade portuária romana de Aenaria afundar.
- Por quase dois mil anos, não houve vestígios físicos deste acontecimento.
- As ruínas permaneceram submersas na Baía de Cartaromana até 1972, quando mergulhadores encontraram fragmentos de cerâmica da era romana na costa leste de Ísquia.
- Foram décadas de investigações e, em 2011, uma escavação no fundo do mar finalmente encontrou as ruínas da cidade antiga.
- No local, foram encontrados mosaicos, moedas e até os restos de madeira de um navio.
- As informações são da BBC.
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Aenaria era o centro do comércio mediterrâneo
O uso da datação por radiocarbono ajudou a estabelecer a idade das estacas de madeira do píer da cidade: aproximadamente entre os anos 30 e 75. A descoberta de equipamentos navais, como um poste de amarração de bronze em forma de cabeça de cisne, típico de embarcações militares romanas, sugere que o local pode ter sido um posto militar importante.
As análises mais recentes também mostraram que o chumbo no sítio arqueológico veio da Espanha, revelando em maior profundidade a rede intercultural de Aenaria. Os arqueólogos explicam que foram encontrados milhares de objetos que indicam que a cidade era o centro do comércio mediterrâneo.

Apesar das descobertas, muitos segredos continuam escondidos. Ou melhor, submersos. É por isso que pesquisadores continuam realizando expedições ao local. Devido à turbulência sazonal do oceano, no entanto, os trabalhos acontecem apenas de maio a outubro.
Os pesquisadores acreditam que, após a erupção, um tsunami possa ter devastado a cidade romana. No entanto, não está descartado que um terremoto tenha sido responsável por arrastar todas as estruturas para o fundo do mar.