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Os drones estão revolucionando as guerras. Conflitos como os entre Rússia e Ucrânia ou Israel contra Hamas evidenciam como estes dispositivos podem ser eficazes para destruir alvos e até equipamentos mais caros, como tanques, navios e até aeronaves modernas.
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Neste cenário, militares de diversos países estão investindo pesado na criação de verdadeiros exércitos de drones. Por outro lado, há quem busque alternativas para impedir ou minimizar o sucesso das operações realizadas com estes dispositivos.

O sistema Leonidas transforma a interferência eletromagnética em uma arma
De acordo com o portal Axios, a empresa Epirus apresentou nesta semana uma arma eletromagnética capaz de derrubar enxames de drones. O teste foi realizado no Camp Atterbury, em Indiana, nos Estados Unidos, e deixou uma ótima impressão.
Chamada de Leonidas, ela conseguiu destruir 49 dispositivos sem disparar sequer um projétil. O segredo está na capacidade de transformar a interferência eletromagnética em uma arma. Dessa forma. os sistemas inimigos são bloqueados, o que acaba resultando na derrubada dos drones.

Segundo o CEO da Epirus, Andy Lowery, “esta plataforma será necessária em estádios, portos e aeroportos” como forma de evitar possíveis ataques. Ele se reuniu recentemente com a secretária de Segurança Interna da Casa Branca, Kristi Noem, o que pode indicar o uso da arma pela Casa Branca.
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Foco na guerra cibernética
- Fundada em 2018, a Epirus já trabalhou com o Exército, a Marinha e o Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos.
- Armas desenvolvidas pela empresa chegaram a ser usadas em operações no Oriente Médio e nas Filipinas.
- Recentemente, a companhia anunciou investimentos milionários para criar novos dispositivos mais eficientes e modernos.
- O objetivo é tornar os EUA uma potência também na chamada guerra cibernética.