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A Oracle surpreendeu investidores com seu relatório do primeiro trimestre fiscal, revelando que a receita contratada ainda não reconhecida mais que triplicou em três meses, alcançando US$ 455 bilhões, com perspectivas de ultrapassar meio trilhão de dólares em breve.
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O crescimento é impulsionado pela demanda por computação em inteligência artificial (IA), incluindo contratos com empresas como a OpenAI, como explica o Wall Street Journal.

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Previsão de receitas robustas
- A empresa projeta que sua receita de infraestrutura em nuvem alcance US$ 114 bilhões até o ano fiscal de 2029, frente aos pouco mais de US$ 10 bilhões do último ano fiscal, sugerindo potencial para mais que dobrar sua receita total nos próximos anos.
- As ações da Oracle reagiram em alta, subindo 40% em um único dia e elevando o valor de mercado para cerca de US$ 950 bilhões.
- Apesar do otimismo, o desafio será cumprir essas metas ambiciosas, já que transformar contratos em receita depende da expansão de rede, energia, licenças e equipamentos, incluindo os disputados chips de GPU da Nvidia.

Vantagens para lucrar com IA
Analistas destacam que a Oracle tem vantagens técnicas e financeiras, além de independência estratégica, que podem ajudá-la a capitalizar o crescimento da IA.
Porém, a previsão ousada deixa claro que a Oracle está mais dependente da IA do que concorrentes como Microsoft, Google e Amazon, que têm negócios diversificados além da computação em nuvem.
A empresa liderada por Larry Ellison e Safra Catz aposta que o foco em inferência de IA, ou seja, a utilização prática dos modelos por milhões de usuários, sustentará grande parte de seu crescimento futuro.
