Siga o Olhar Digital no Google Discover
Um estudo do Centro Médico da Universidade do Texas Southwestern mostra que frases comuns em rótulos de suplementos — como “promove a saúde do coração” ou “apoia a função cognitiva” — podem levar consumidores a acreditar que esses produtos previnem ou tratam doenças graves, como ataques cardíacos ou demência, mesmo sem comprovação científica.
Ofertas
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 349,90
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 205,91
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 7,60
Por: R$ 21,77
Por: R$ 16,63
Por: R$ 59,95
Por: R$ 7,20
Por: R$ 139,90
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
A pesquisa foi publicada no JAMA Network Open.

Palavras que moldam percepções
- Pesquisadores conduziram duas pesquisas online com mais de 4 mil adultos nos EUA.
- Na primeira, participantes avaliaram suplementos de óleo de peixe; na segunda, receberam rótulos de um suplemento fictício, “Viadin H”.
- Em ambos os casos, aqueles expostos a alegações de saúde foram significativamente mais propensos a acreditar que o produto prevenia doenças do coração ou demência.
- Por exemplo, 62,5% dos participantes que viram o rótulo “Promove a Saúde do Coração” disseram que o óleo de peixe prevenia ataques cardíacos — contra 53,9% no grupo sem alegação.
- Para o suplemento fictício, a diferença foi ainda maior, já que não havia crenças prévias sobre o produto.
Leia também:
- Por que a depressão vai e volta?
- Como seu telefone pode prever sintomas de depressão?
- Ansiedade e depressão podem ser transmitidas pelo beijo, diz estudo

Debate regulatório
As chamadas alegações de estrutura/função, permitidas pela FDA, não deveriam sugerir prevenção ou tratamento de doenças, mas o estudo indica que é exatamente assim que muitos consumidores as interpretam.
Os autores defendem que essas alegações passem a exigir comprovação científica e revisão oficial para reduzir mal-entendidos.
O estudo não avaliou se os rótulos mudam efetivamente o comportamento de compra, mas reforça a necessidade de maior transparência na comunicação dos benefícios dos suplementos.
