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O plástico, embora útil no cotidiano, tornou-se uma ameaça quando descartado de forma inadequada em rios e oceanos.
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Pela primeira vez, cientistas realizaram uma revisão abrangente sobre a presença de plástico na Bacia Amazônica e confirmaram que a contaminação está amplamente disseminada, afetando água, sedimentos, plantas e animais.

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O que os estudos mostram
- A análise, publicada na revista Ambio, reuniu 52 artigos científicos produzidos desde 2000, a maioria no Brasil.
- Os resultados revelam fragmentos de microplástico — menores que cinco milímetros — em diversas espécies de peixes, aves e mamíferos, além de resíduos em rios e áreas vegetais.
- Nanoplásticos, potencialmente ainda mais nocivos, não foram relatados.

Impactos sobre a saúde humana
O dado mais preocupante é que cerca de 66% dos animais contaminados por plásticos são consumidos regularmente por comunidades locais. Isso aumenta o risco de ingestão de microplásticos pela população, agravado pelo uso de água de rios poluídos sem tratamento adequado.
Embora os efeitos diretos sobre a saúde humana ainda não estejam totalmente comprovados, especialistas alertam para riscos sérios e pouco explorados. Os autores defendem medidas urgentes para reduzir a entrada de plástico no ambiente amazônico.
Também pedem mais pesquisas em regiões ainda não estudadas, além de investigações sobre os efeitos dos nanoplásticos e da presença de contaminantes na água potável e no tecido muscular dos animais consumidos.
