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Toda semana, no Programa Olhar Espacial, exibimos duas imagens astronômicas que se destacaram na semana que passou. E na última semana, apresentamos duas imagens da nuvem molecular Sagittarius B2 registrada por dois distintos instrumentos do James Webb. Confiram:
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No Infravermelho Próximo

A primeira imagem mostra uma bela composição de estrelas, gás e poeira cósmica, brilhando em luz infravermelha próxima, na nuvem molecular Sagittarius B2. O registro é da Câmera de Infravermelho Próximo (NIRCam) do Telescópio Espacial James Webb. Nessa faixa do espectro luminoso, os astrônomos observam principalmente as estrelas diversas e coloridas da região, mas menos de sua estrutura de gás e poeira. Cada um dos instrumentos do Webb fornece aos astrônomos informações importantes que ajudam a construir uma imagem mais completa do que está acontecendo nesta intrigante porção do centro da nossa galáxia.
No Infravermelho Médio

Já a segunda imagem mostra exatamente a mesma região do céu, também fotografada pelo Webb, mas desta vez pelo MIRI, o Instrumento de Infravermelho Médio do telescópio espacial. Nessa faixa do espectro, apenas as estrelas mais brilhantes ficam em evidência, mas a poeira quente brilha intensamente. À direita, há um aglomerado de nuvens que chamou a atenção dos astrônomos. Ele é mais vermelho do que o restante das nuvens na imagem e corresponde a uma área que outros telescópios demonstraram ser uma das regiões mais ricas em moléculas conhecidas, o que pode fornecer informações importantes sobre por que esta região da Via Láctea é muito mais produtivo na formação de estrelas do que o restante do centro galáctico.