Siga o Olhar Digital no Google Discover
O modelo de teclado que você tem em casa, seja no notebook ou em seu desktop – ou até mesmo naquela antiga máquina de escrever guardada no armário – surgiu em 1870, quando Christopher Lathan Sholes, inventor da máquina de escrever, precisou solucionar um problema de travamento nas hastes das teclas.
Ofertas
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 349,90
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 205,91
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 7,60
Por: R$ 21,77
Por: R$ 16,63
Por: R$ 59,95
Por: R$ 7,20
Por: R$ 139,90
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
Apesar de existir outros tipos de teclado além do nosso QWERTY, como o AZERTY e o DVORAK, desde então, o formato basicamente não mudou, com as teclas sendo apresentadas lado a lado para facilitar a digitação. Mas o Google Japão resolveu inovar e criou um novo tipo de teclado.

Teclado inspirado nos modelos de telefone antigo
Segundo o The Verge, desde uma brincadeira de 1º de abril em 2021, o Google Japão cria conceitos de teclado, no mínimo, inusitados. O mais recente utiliza caracteres alfanuméricos e funções dispostas em nove mostradores apresentados em formato circular.
Leia mais:
- Google põe até R$ 170 mil na mesa para quem achar bugs em suas IAs
- Google reduz times de design para focar em inteligência artificial
- Plano de armazenamento ilimitado do Google Fotos chega ao fim
E, para digitar a letra desejada, o usuário coloca o dedo no buraco correspondente e gira o mostrador, que, quando solto, volta à posição inicial. Ou seja, no lugar de apertar a tecla correspondente à letra desejada, você disca.

Sim, é exatamente como funcionavam aqueles velhos aparelhos telefônicos que volta e meia encontramos na casa dos nossos avós.
Como o novo teclado funciona?
- O teclado substitui as fileiras tradicionais de teclas por discos circulares descentralizados.
- Cada disco contém orifícios para os dedos, correspondendo às letras, símbolos e funções.
- Para “digitar”, o usuário gira o mostrador até o limite para selecionar o caractere desejado.
- Há mostradores separados para números, funções, navegação e pontuação.
- A tecla Enter é um disco grande central: basta girá-la até o batente metálico, sem pressioná-la.

Segundo a equipe do Google Japão, o design é físico e interativo, combinando elementos retrô, como os telefones de disco, com hardware moderno. Mas sua funcionalidade não é lá essas coisas. Por exemplo, para inserir as letras Q e A, o usuário terá que fazer uma volta maior que as letras P, L e M, que têm trajetos mais curtos, explica o New Atlas.
Claro, o modelo não está à venda, mas é possível recriá-lo usando as plantas e arquivos 3D disponibilizados gratuitamente no GitHub.