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O Nobel de Física de 2025 foi concedido aos físicos John Clarke, Michel H. Devoret e John M. Martinis, da Universidade da Califórnia, nesta terça-feira (07). O prêmio reconhece experimentos pioneiros que mostraram como efeitos da mecânica quântica, até então restritos ao mundo microscópico, também podem se manifestar em sistemas grandes o suficiente para caber na mão.
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Os três pesquisadores dividirão 11 milhões de coroas suecas (cerca de R$ 6,2 milhões) pela descoberta de que um circuito elétrico supercondutor pode exibir dois fenômenos típicos do universo quântico: o tunelamento macroscópico, no qual o sistema atravessa uma barreira aparentemente intransponível, e a quantização de energia, que só absorve ou emite energia em pacotes específicos.
Esse é o assunto da semana na coluna Fala AI, com Roberto Pena Spinelli, físico pela USP, com especialidade em Machine Learning por Stanford e pesquisador na área de Inteligência Artificial. Confira!