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Dados da American Liver Foundation (ALF) apontam que 8 em cada 10 pessoas com obesidade tenham boas chances de desenvolver esteato-hepatite associada à disfunção metabólica (MASH). Esta é uma forma grave de doença hepática causada pelo acúmulo de gordura no fígado.
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Um cenário preocupante, mas que pode ser revertido a partir do uso do Ozempic. De acordo com um novo estudo, a semaglutida, princípio ativo do medicamento, tem demonstrado potencial para combater a condição e a inflamação hepática resultante dela.

Semaglutida reverteu a inflação na maioria dos casos analisados
- No total, 1.200 pacientes foram avaliados no trabalho.
- Os pesquisadores utilizaram biópsias hepáticas, consideradas o padrão-ouro para diagnóstico.
- Segundo a equipe, a semaglutida se mostrou capaz de reprogramar a biologia do fígado, revertendo o padrão de proteínas que caracteriza a MASH e aproximando-o de um estado saudável.
- A substância eliminou a inflamação (MASH) em 63% dos participantes.
- Além disso, foram identificadas melhoras no estágio da fibrose (a cicatrização do fígado) em 37% das pessoas.
- As conclusões foram descritas em estudo publicado no The New England Journal of Medicine.
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Uma revolução no diagnóstico e tratamento da condição
Em entrevista à CNN, a diretora médica da Novo Nordisck no Brasil, Marília Fonseca, comemorou os resultados da pesquisa. A farmacêutica é a responsável pela fabricação do Ozempic, medicamento usado contra a obesidade e diabetes tipo 2.
Ela destacou que as descobertas podem revolucionar o diagnóstico de esteato-hepatite associada à disfunção metabólica. Atualmente, a identificação do problema depende de uma biópsia de fígado, um procedimento considerado invasivo.

A expectativa é que, nos próximos anos, um simples exame de sangue poderia diagnosticar e monitorar a doença. Isso tornaria o acompanhamento médico mais seguro, acessível e menos doloroso para o paciente.