Siga o Olhar Digital no Google Discover
O envelhecimento do cérebro é um processo natural e que leva ao declínio de algumas funções cognitivas, como a memória e o processamento de informações. Em alguns casos, no entanto, essa condição pode estar ligada à demência, por exemplo.
Ofertas
Por: R$ 37,92
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 349,90
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 205,91
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 7,60
Por: R$ 21,77
Por: R$ 16,63
Por: R$ 59,95
Por: R$ 7,20
Por: R$ 139,90
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
De qualquer forma, alguns hábitos podem aumentar a longevidade cerebral. De acordo com um novo estudo, atividades criativas, como dançar, tocar instrumentos, pintar, cantar ou até jogar videogame, trazem benefícios.

Envelhecimento cerebral mais lento
- No trabalho, foram analisados dados cerebrais de mais de 1.400 participantes de 13 países.
- A conclusão dos pesquisadores foi que as pessoas que praticavam atividades criativas com frequência tinham cérebros “mais jovens”.
- Eles explicam que, nestes casos, o processo de envelhecimento cerebral foi mais lento.
- Em outras palavras, os cérebros mantiveram sua capacidade de resposta e de criação por mais tempo.
- As conclusões foram descritas em estudo publicado na revista Nature Communications.
Leia mais
- OMS faz apelo por ação global contra doenças neurológicas
- Vídeos curtos prejudicam desenvolvimento do cérebro de crianças
- Mudanças no formato do cérebro podem indicar demência

Criatividade pode ser usada como ferramenta de prevenção
A equipe responsável pelo trabalho usou modelos computacionais conhecidos como brain clocks (“relógios cerebrais”) para comparar a idade biológica e cronológica do cérebro. A diferença entre os grupos ficou muito clara.
Os participantes que se envolviam regularmente com práticas criativas tinham cérebros mais jovens e conexões neurais mais eficientes. Já quem não tinha esse hábito apresentou o padrão esperado de envelhecimento cerebral. Por fim, os aprendizes, que começaram recentemente uma atividade, mostraram melhora intermediária.

Os pesquisadores ainda explicam que o efeito foi ainda mais evidente nos dançarinos de tango, cujos cérebros pareceram até sete anos mais jovens do que a idade real. Isso acontece porque a dança combina movimento, coordenação, música e improviso, ativando várias regiões cerebrais ao mesmo tempo.
Outra descoberta foi que mesmo quem decide começar a praticar atividades criativas depois dos 50 ou 60 anos ainda pode apresentar ganhos mensuráveis para o cérebro. Os cientistas acreditam que, no futuro, a criatividade poderá ser prescrita como ferramenta de prevenção para doenças cerebrais.