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Uma rocha espacial recém-descoberta passou com segurança pela Terra nesta quarta-feira (15), a uma distância menor que a da Lua. O asteroide, chamado 2025 TP5, chegou a cerca de 97 mil quilômetros do planeta, o equivalente a 25% da distância média lunar. O ponto de maior aproximação, conhecido como perigeu, foi alcançado às 17h09 (horário de Brasília).
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As informações são do Laboratório de Propulsão a Jato (JPL), da NASA. Mesmo com parte do governo dos EUA paralisado, as atividades essenciais, como o monitoramento de asteroides potencialmente perigosos, continuam em operação. Após passar pela Terra, o 2025 TP5 seguiu em direção à Lua, devendo se aproximar a 120 mil km da superfície lunar nesta quinta-feira (16).
O corpo celeste tem cerca de 16 metros de diâmetro, tamanho semelhante ao do meteoro de Chelyabinsk, que explodiu sobre a Rússia em 2013, causando uma forte onda de choque. Apesar da proximidade, o 2025 TP5 não oferecia risco de impacto e foi monitorado apenas por precaução.

Terra sempre cruza o caminho com o de rochas espaciais
Curiosamente, o asteroide já havia passado perto da Terra em 1979, mas só foi identificado na terça-feira (13), às 5h07, pelo sistema ATLAS – um conjunto de quatro telescópios localizados no Havaí, operado pela Universidade do Havaí e financiado pela NASA. O achado foi divulgado pelo Minor Planet Center, órgão da União Astronômica Internacional (IAU) responsável por catalogar novas descobertas.
Hoje, a tecnologia de rastreamento espacial permite identificar vários pequenos asteroides com facilidade. Graças a esses sistemas, os astrônomos afirmam que não há ameaça imediata de colisões com grandes proporções até o fim deste século, pelo menos. Mas passagens próximas acontecem com certa frequência. Há duas semanas, por exemplo, outro pequeno asteroide passou tão perto da Terra que chegou à altitude da Estação Espacial Internacional (ISS) – também sem oferecer perigo.

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Asteroide “mais valioso do espaço” pode ter surgido de vulcanismo metálico
Um artigo publicado no Journal of Geophysical Research: Planets traz novas pistas sobre o misterioso brilho do asteroide Psyche – uma rocha espacial que reluz no cinturão principal entre Marte e Júpiter.
De aparência irregular, que lembra uma batata metálica, Psyche tem a propriedade intrigante de refletir quase um terço da luz solar que recebe, sendo pelo menos duas vezes mais brilhante do que a maioria dos asteroides conhecidos.
Estimativas indicam que o valor dos metais em sua composição pode ultrapassar impressionantes US$100 quintilhões, o que o torna o corpo mais “valioso” do espaço. Saiba mais aqui.